terça-feira, 25 de setembro de 2012

Medo de viver


Em nosso jeito desconexo de ser
Aprendemos a nos esconder
Esconder da vida que nos faz feliz
E optamos pela vida que deixa cicatriz

E assim vivemos esta nossa eterna busca
Presos a uma insignificante conduta
Porque é mais fácil seguirmos o dito normal
Do que aceitar a nossa loucura surreal

E como se fossemos marionetes
Aceitamos calados estes nossos esquetes
Sobrevivendo de nossas falta de vida
Esperamos a morte como se fosse à partida...


3 comentários:

Rose Rocha disse...

Muitos dos seus textos fala muito do que quero dizer. E releio e releio...
Um abraço

Lídia Borges disse...


Amarras para desatar...

Lídia

Anônimo disse...

é assim que eu vivo.

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