sexta-feira, 20 de julho de 2018

“Fim de Noite”



A cerveja esta acabando
Meu coração esta  chorando de saúde de você
Eu tô de mal do silêncio                                              
Estou andando contra vento
E vivo  tentando te esquecer
Mas a saudade judia
E aquela música é covardia
Desta forma, a solidão vai me vencer
Eu sou fruto deste amor
E da beleza não se colhe dor
Por isso, por favor, me ensina a não te querer...

Por Saulo Prado

sábado, 14 de julho de 2018

Eurídece



Como poesia apagada
Ou pegadas que não ficaram na estrada
Você seguiu a sua direção
Só deixando marcas em meu coração

Como sorvete que derreteu
Ou o livro favorito que se perdeu
Você encontrou outro alguém
Deixando-me na estação, aguardando outro trem

Como começo que não teve fim
Ou metades inteiras de mim
Você não sabe o que destruiu
Só o amor que um dia Orfeu construiu...

Por Saulo Prado

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

VEREDICTUM (ou talvez plágio)




Como um bom sentenciado
eu cumpro essa lei
E revisto o passado
 para entender o que sei
São nas minhas pegadas
que eu encontro o destino
E ele é triturado
pela incerteza da minha libido

E na dança do caos
eu entendo a causa e o efeito
Já que os meus acertos
se constrói na base dos defeitos
E são nestas duras e cruéis premissas
 que eu me calo
Pois quem é que sou, para decifra o certo e o errado?

Mas nem duto são dogmas,
desta incógnita religião
O tempo é incerto,
assim como o som da canção
Por isso o mistério faz parte,
desta nossa equação

Onde o futuro e o passado, AGORA  são apenas uma ilusão.... 



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018


“Eu não vou desistir diante de mim todos os problemas irão ter que cair.”

Por Saulo Prado

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Empecilho


.
Navegando no silêncio eu esqueço o vazio
O nada que vem e vai antes e depois do cio
O medo da chuva a vontade de chorar
O riso bobo e a busca de um motivo para acreditar
.
De repente tudo é exposto nestas palavras
A visão de um cego que conhece as curvas da estrada
Mentiras, relatos de um pseudo sonhador
Um artista que dança no baile a valsa da dor
.
E assim no destino cruel destas letras
Eu escrevo em relevo todas as minhas neuras
E como um músico que perdeu o seu som
Eu grito ao mundo o silêncio profundo do meu dom...
.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Procrastinar



Por muito tempo eu adiei a vida
Acreditando que um dia existiria a partida
Mas hoje eu aprendi; e decidi, eu vou lutar
Por isto me entrego ao desejo de me reinventar
.
Eu sei que não existem caminhos com uma só direção
E o mapa deve seguir as rotas que levam ao coração
Mas de que  adianta ficar dando murro em ponta de faca
Se você quer! Levante a cabeça, e você mesmo faça
.
A vida não é apenas uma incógnita
Ela é a certeza  cruel e crua, que incomoda
Talvez por isso que um dia inventaram a mentira da morte
Mas não se deixe levar, construa você mesmo o seu norte...
.

Por Saulo Prado

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Desnecessário


Toda esta incerteza;
Hoje me condiz.
O segredo esta no começo ou no fim?
Foram tantas as perguntas,
E tão poucas as respostas;
Mas será que era necessário eu saber?
Ou foi a incógnita que me impulsionou a crescer?
O fato é que mesmo não sabendo a direção
Eu sigo esta viagem
De mãos dadas a você meu irmão...



Por Saulo prado 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Clichê

Clichê
,
Repetindo-me constantemente
Eu leio em braile a minha mente
Sou um refém da minha vida
Que assim como a sua é de chegada e partida
,
E neste meu insólito caminho de aprendiz
Toda tatuagem é escrita com giz
Porque não existe apagador
Para a cicatriz selada com a dor
,
E mesmo que tudo se torne repetitivo
E a felicidade não passe de um aperitivo
É caindo que se aprende a levantar
Por isso erga a cabeça; e volte a andar...
,

Por Saulo Prado

sábado, 24 de junho de 2017

Assim...



Uma cerveja na mesa
Uma musica triste no youtube
Sentimentos que vivem dentro de mim
Mostram-me um recomeço depois do fim
.
Depois de viver; e ser inundado pela sensação
Através da psicografia, eu digito estes versos do coração
Ao som de Oswaldo Montenegro
Um cantor que não é da multidão
Eu me enveneno no doce veneno, de mais uma canção
.
E assim eu escrevo meus versos
Sem se preocupar se rima ou não
Porque a vida é uma poesia;
E a morte só mais uma estação...
.

Por Saulo Prado

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