quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vícios da paixão


Pelas ruas caminho sem direção
Totalmente perdido do se coração
Vou descalço para em pedras pisar
Sacrifício pequeno para quem quer amar

Vago sozinho o deserto da solidão
Carros e pessoas vultos da escuridão
Sigo a lua como se fosse um lobo no cio
Carregando dentro de mim este enorme vazio

Sou um louco em busca do seu ideal
A mulher que esta a cima do bem e do mal
Um êxtase no comando de seu viciado
Sentimentos que na veia foram injetados...

Saulo Prado

2 comentários:

Maria Amelia disse...

oi meu querido e amigo poeta, quase num tenho tempo pra estar aqui todos os dias vendo seus poemas, mas sempre que posso dou uma lida , leio cada um deles e cada poema é mais lindo que o outro , continui a escrever sempre seus poemas adoro poesia, pois minha vida ja é um poemam so falta alguem escreve-la descobrir quem sou eu, saudades, bjos.

Sandra Botelho disse...

Oi amigo, to de volta...hehehehe! Consegui encontrar nesses bares da vida, sentada num cantinho, palida e triste, a minha inspiração.
Tomava um martine, e fumava um cigarro, nos olhos uma tristeza indolente lhe deixava a face vazia. Um barzinho mais ou menos, onde o cantor alcoolizado de olhos vermelhos cantava, Não se váaaaaa!. Quando ela me viu, do canto dos seus labios vi surgir um quase sorriso sabe? Daqueles que querem ,mais não querem sorrir?...Tirei ela dali, pelas mãos, a levei pra ver o mar, pra voar, pra sentir o gosto doce de um beijo e o sabor ardente dos desejos.
Aquela mulher que antes parecia farrapos voltou a se iluminar, jogou o copo fora, apagou o cigarro e voltou pra mim. Estamos nós duas lá no Meu Aconchego.
Te espero, por lá tá?
Bjos achocolatados

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