sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O que sou?


Complicado; e um pouco intransigente

Às vezes sou confuso, e meio carente

Mas os meus defeitos, não dizem quem sou

Sou pedaços inteiros, de quem um dia amou

 

Calado; mas digo tudo em um simples olhar

Sou sincero, e não tenho medo de chorar

A minha sensibilidade, é o que me faz um homem

Não sou do tipo, que o seu medo esconde

 

Forte; por não ter medo de assumir minha fraqueza

Às vezes o que me destrói, é a minha franqueza

Mas eu prefiro às vezes, ter que ser o vilão

Do que ser covarde, e não assumir o que vem do coração...

 Saulo Prado

10 comentários:

Artes e escritas disse...

A franqueza faz bem ao espírito, o fortalece. Um abraço, Yayá.

Fabricante de Sonhos disse...

O que é você?
Um ser iluminado.
Poeta.
Desvendador de sentimentos.
Um verdadeiro fabricante de sonhos...

Amo te ler, pois me identifico com tudo que aqui expõe.
Você fala do humano, e isso, toca.

Beijos grandes, amigo!
Milla.

Erlon Andrade disse...

As vezes a franqueza atrapalha!

# Ana Alice disse...

CARAMBA!Esses poemas são como os sentimentos traduzidos em palavras para que todos possam entender a verdadeiras essencia da vida... Parabens!

# Ana Alice disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
# Ana Alice disse...
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# Ana Alice disse...
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# Ana Alice disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria Amelia disse...

as vezes é preciso ser forte, para não sofrer tanto, mas fraquejar é humano faz parte de nós mas as vezes a nossa sensibilidade fica a flor da pele e é ai que ficamos vulneraveis ao amor, bjos,

Borboletas no Estômago disse...

eu não sei dizer o que sou...

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