segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Migalhas que me bastam


Telefona quando esta sozinha
E mais uma vez jura ser só minha
Você e as mentiras que eu gosto de ouvir
Em suas noites de solidão, eu permito me iludi

Confuso eu vivo a esperar
As suas migalhas quando quer me amar
É assim que eu sou submisso a você
A mulher que tem o dom, de não deixar se esquecer

Toda vez que o telefone toca
Vou correndo ouvir você dizer volta
Mas no dia seguinte você diz ser engano
Que deixou se entregar a um momento insano

Tudo bem, quem ama se contenta com pouco
Por isso me basta este seu momento louco
Porque eu prefiro viver com esta esperança
...Do que ter você só na lembrança...

Saulo Prado

6 comentários:

Sandra Botelho disse...

Belissimo poema poeta.Bjos achocolatados

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Meu Poeta!

Afastei-me um pouco mas não esqueci da beleza de sua arte!

"Você e as mentiras que eu gosto de ouvir"

Existem mesmo mentiras assim :nos confortam,nos alegram mesmo a gente tendo a certeza de que está sendo enganado!

Maravilhoso poema!

Um beijo!

Sonia Regina

claudete disse...

mentiras? mas se confortam e dão felicidade, doces mentiras. Ficou lindo seu poema Saulo. Abraços.

Silenciosamente ouvindo... disse...

Um prazer voltar a estar neste seu
blogue. Poeta, que escreve tão
bem.
Um abraço/Irene
Ah, eu tenho um blogue onde insiro
poesia de vários poetas que me
cedem, se o amigo permitir também
inseria uma sua, com os devidos
créditos.Basta me deixar um
comentário.

Os Devaneios de Quimera |g* disse...

Lindamente poético!
=)

abraço!

blog disse...

Muito Lindo, Parabéns !!!

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