quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Distorcido


Tento mais não consigo
Os sentimentos em mim não têm abrigo
E agora como falar de solidão?
Se ela voltou a viver a nossa relação

Como posso desejar tanto assim?
Depois de tanto ter chorado o fim
Agora que ganhei não quero mais brincar;
O seu brinquedinho acabou de quebrar

Eu sou um forasteiro, de mim mesmo
Por isso meu amor segue vivendo a esmo
E assim! Nesta minha infinita contradição
As rimas se perdem nas curvas retas do meu coração...  
Saulo Prado


5 comentários:

Artes e escritas disse...

Amor de brinquedo quebra e se transforma em solidão. Um abraço, Yayá.

Sandra Botelho disse...

Sempre vale a pena, recomeçar.
Seja feliz poeta.Bjos achocolatados

S. disse...

muito bom. muitos dos grandes poetas não sentem, de facto, aquilo que escrevem. muitas das suas obras não são mais que ficção e, ainda assim, é isso que os torna tão bons naquilo que fazem. continue,
um beijinho

Lorena Dornela disse...

"Forasteiro de mim mesmo". Adorei! Tô na ativa de novo com o blog, dp passa lá. Abração!
http://recadodeguardanapo.blogspot.com/

Renata Salazar Plothow disse...

Todo poeta tem suas contradições... por isso, são poetas!
Lindo texto...
beijos.

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