segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Lagrimas da alma


Foram   tantas  poesias  que  nada  disseram
Palavras usadas como se fosse algo efêmero
Tantas   mentiras  que  não  foram  sinceras
Em  alguns invernos  que  eram  primaveras

Foram   tantos  sentimentos  inventados
Amores  e  ódios  que  foram  costurados
Em um enredo que se denomina quadrado
De um  sonho que  nunca  poderá  ser  alado

Foram  tantas   madrugadas  escrevendo
Este meu  mundo  que as vezes  é  pequeno
Mas  mesmo  assim  nada  disso  é  em  vão
Porque é desta forma que chora o meu coração...

Saulo Prado

3 comentários:

kirah disse...

mentiras e verdades
sentidos e palavras
assim se constrói um poeta...

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Meu Poeta!

Já li muitos poemas de sua autoria,mas com este você se superou...maravilhoso!!!

"...alguns invernos que eram primaveras!"

Meus invernos ,meu inverno, é assim e só você foi capaz de encontrar " a palavra mais certa"!

Meu carinho e minha admiração!

Feliz Natal!!!

Sonia Regina.

Janaina Cruz disse...

Nos distraímos com palavras pra enganar as solides poeta...
Ótimos festejos de fim de ano pra ti, que o novo ano seja de muita paz e alegria.

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