quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Desilusões


Sensibilidade da alma de um homem
Que nas suas lágrimas não se escondem
Coragem   de   ser  um   forte  perdedor
O poeta faz rima e brinca com a sua dor

Desejo de semear flores em um jardim
No canto do concreto ele colhe capim
E assim vão surgindo rimas de saudades
De quando as enxurradas traziam a felicidade

Tempo  de  outrora  que  ele  era  criança
E seu sorriso tinha gosto de uma esperança
Agora   são  os  sais  que  ditam  o  sabor
Nas feridas ardentes de um velho amor...

Saulo Prado

3 comentários:

Artes e escritas disse...

Deixo os meus cumprimentos pelo poema sensível. Um abraço, Yayá.

1manview disse...

Um poema muito bonito ...

Sandra Botelho disse...

Lindo e sensivel como todos.
Bjos achocolatados

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