quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O que não mata fere


Como um fantoche eu dancei sua canção
Um   tango   japonês   recheado  de  ilusão
Como uma criança fui iludido por uma bala
Este  seu doce veneno que  sai  de  sua  fala

Suas mentiras para  mim  foram  verdades
Como uma droga em overdose de felicidades
Mas hoje suas lagrima não me molham mais
Eu conseguir me libertar deste seu amor sagaz

Foram   anos    tentado  te  arrancar  de  mim
E  você  acreditando   que   nunca   iria  ter fim
Este seu maldito domínio sobre as minhas ações
Que  foi  morto  pelas  flechadas  das  decepções...

Saulo Prado

4 comentários:

Maria Amelia disse...

Saulo que radical, que amor é esse aliás isso nunca foi amor de verdade quem ama jamais faz alguém sofrer tanto assim, mesmo quando nosso amor não é correspondido por aquela pessoa,mesmo assim continuamos amar e sempre desejando a sua felicidade mesmo que seja com outra, pois o amor é infinito.

Nicolau Ponte Preta disse...

Muito bom! Amar é complicado.

Milene Lima disse...

Ando ansiosa para desaprender a conjugação do verbo amar, ao menos nessa nuance tão complexa... Adoraria conseguir.

Essa letra acompanhada de uma melodia, que belíssima canção seria, heim?

Enfim consegui te seguir, ainda que de outro pc,pois o meu continua empacado.

Beijos!

Mila Lopes disse...

É, as decepções mortificam sentimentos...

Bela poesia!
Bjs

Mila

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