terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vida à deriva


Nas entrelinhas deste silêncio
Existe um grito de tormento
Um homem que chora por um amor
Colhe na saudade os espinhos da dor

E assim pela vida ele segue insano
Duelando com os seus próprios enganos
Submisso a uma esperança fugaz

Ele a espera com um buque no cais

Mas a vida o faz menino infeliz
Em busca do amor que ele mais quis
A mulher que é a sua primavera
Foi quem ditou esta sua eterna espera...

2 comentários:

Natália Campos disse...

Tristes palavras, no entanto, belas.

Visite meu blog. Beijos!

Leylyane disse...

Olá, sou editora do blog: www.cadernouniversaldepoesia.com.br, eu estou abrindo um espaço no meu blog para novos poetas, está a fim de participar?

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