terça-feira, 24 de maio de 2011

Doce veneno


Às vezes no silêncio do meu quarto
Sozinho eu abraço o seu retrato
Lembrando daquele tempo que você me amou
E chorando por saber que tudo acabou

Às vezes só a bebida me alivia
Transformando a solidão em boa companhia
E assim eu vago pela noite com a solidão
Enquanto no som do carro toca a nossa canção

Às vezes  na madruga eu te procuro
Enquanto pelas ruas da cidade eu me curo
De uma noite envenenada pelo veneno da ilusão
Como  se  fosse  possível  viver  sem  você  no  coração...
Saulo Prado

3 comentários:

OceanoAzul.Sonhos disse...

Saulo, poema repleto de sentimento.
Muitas vezes é no nosso silêncio que relembramos o que muito nos marcou. Musicas, cheiros, lugares, tudo nos faz lembrar pessoas que foram importantes em nossas vidas.
Abraço
oa.s

Fabricante de Sonhos disse...

Meu poeta...
Como sempre, tuas palavras me levando pelos caminhos do coração e do pensamento.
Me enveneno, me embriago, me esqueço... Só não esqueço dessa poesia que é o amor.

Amei o poema!

Um beijo mágico, meu amigo!

Sandra Botelho disse...

A poesia inspira o amor, ou é o amor que inspira a poesia?
Não sei só sei que ficou lindo teu poema. Parabens! beijos achocolatados

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