sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fé que me falta

Relendo meus sentimentos
Eu me perco pelo tempo
Tempo em que fui criança
E me alimentava de esperança

Neste tempo que foi fugaz
Eu era amigo da paz
Não existia em mim a pretensão
  o pulsar do meu louco coração

Agora tudo em mim esta diferente
Vivo a mercê de um amor doente
Que me fez  vitima da solidão
E me tirou a fé de  uma nova  paixão....

Saulo Prado

8 comentários:

Rejane-Enajer disse...

A dor parece inspirar muito mais o poeta que o prazer- é isso mesmo?
Achei muito legal!!
Um abraço

Capitu disse...

A solidão é sempre muito bem acompanhada..
Momentos, pessoas , situações povoam nossa mente.. como sentir-se só?

beijo meu'..

Dany Moore disse...

Olá, tem selos pra você no meu blog. Passa por la depois ? beijos, Danny.

Wend disse...

UAL, amei seu blog, Sr. Saulo. Parabéns !

Sandra Botelho disse...

Nunca deixe a alma envelhecer e nem a criança que mora em nós envelhecer...Nunca desista de ser feliz.A vida é breve e a felicidade leve...
|Bjos amigo poeta

snagay disse...

hi ! friend could we exchange together ?,hope it will be good if we can do.here is my blog

rui ricardo ramos disse...

Caro Saulo Prado, é assim a maturidade, fria, cruel e sem alma, ainda mais para nós poetas, de sensibilidades aguçadas e de amores despedaçados.
Só nós nos compreendemos ... poetas que somos, alienígenas no Planeta Água ...
e, é por tal motivo que não nos entendemos, a nós mesmos!

RUI RICARDO RAMOS.
BLOG: http://rrsomar-blogdorui.blogspot.com/

Hope Subway disse...

Oi...
Passei pra te ler!
Tava com saudade da tua poesia, das tuas palavras, do duplo sentido... de tudo!
Bjoks acucaradas
Hope

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