segunda-feira, 4 de maio de 2009

Do Fundo Do Baú

Rimas ao léu

Feito cartas, que já

Levaram-me ao céu.

Casos de antigamente

Que continuam presentes

Aprisionados em velhos escritos

Às vezes me servem de abrigo


As uso quando a ilusão,

Insiste em rondar meu coração

Sem ninguém perceber;

Abro o baú, e começo a ler

Amores nunca esquecidos

Só às vezes adormecidos


Agora? São apenas

recordações que me visitam

ao galope da solidão;

dádivas do amor

Que suga da poesia

Algum mero escritor....


Saulo Prado

nando reis - cegos do castelo


5 comentários:

Lucinha disse...

Meu anjo!!! lindo post.

Sabe que s vzs qdo a ilusão insiste a me rodear, eu vou lá no meu bauzinho e começo a fuçar...rsrs

Passando pra desejar um inicio de semana maravilhoso, cheio de luz e Paz...

beijinhos

(Carlos Soares) disse...

Um belo e rico baú pelo jeito.Parabéns

Lucinha disse...

Meu amigo.... adorei que fizeste...

Eu sempre penso pq Deus não me deu o dom das letrinhas... queria muito poder expressar tudo que vem em meu coração, mas nao dá.. só numeros eu consigo rsrsrs deve ser pq sou professora de matemática rsrsrs mas aprecio todos que tem esse maravilhoso dom....

Beijinhos meu anjo e volte sempre tá...

Sandra Botelho disse...

Lindo...sem mais palavras apenas lindo.

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Meu Poeta!Quem é que não possúi um baú?Delicioso ir até ele e encontrar pedaços de nossos sentimentos...

Lindíssimo poema!!!A imagem é excelente!

Beijos!!Sonia Regina.

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