quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dia ruim...

Depois de um dia turbulento
me entrego a noite e a seus tormentos
acreditando que a vida usa a tristeza como instrumento
para nos mostrar que não somos reféns do tempo
pois tudo passa; nos permitindo usar a dadiva do esquecimento...
Por isso opto por esquecer os dias ruins...
Ass. Saulo Prado.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Declaração de amor a minha namorada, no dia dos namorados

Leidir Queiroz Queiroz te amo e agora mais do que nunca isto é publico...

Bem para homenagear a mulher que eu amo, eu resolvi registrar a minha declaração de amor neste dia dos namorados, 12 de junho de 2015. Apenas com o meu celular nas mãos eu gravei o momento em que cheguei a casa dela, para busca-la para um jantar romântico, eu resolvi fazer este registro, para que ela tivesse este vídeo guardado para sempre que quisesse rever este momento especial para nós dois. Mas ela pediu-me para publicar o vídeo no youtube e compartilha-lo em nossas paginas nas redes sociais. E como eu disse a ela que queria gritar ao mundo o tamanho do meu amor por ela, eu vou ter que pagar este mico de amor. Então deixo aqui publicado a minha singela declaração de amor a minha namorada Leidir, peço que me desculpem pelo amadorismo do vídeo, mas foi uma coisa espontânea, feita por um homem apaixonado... 


Assistam ao vídeo:


quinta-feira, 16 de abril de 2015

A minha gata borralheira



Ter coragem e ser gentil
Como um conto de fadas do mês de abril
A vida deixa marcas como lição
E é necessário crer na força do coração

Eu e você cometemos erros
E eu sonho que seja por muitos janeiros
Pois para mim não me importa as dificuldades
Pois basta saber que nosso amor é de verdade

Eu sei que deixei me levar pela magoa
Mas quando o sentimento é verdadeiro a dor se apaga
Por isso escrevo estes versos de perdão
E eu perdoo a nós dois; por termos  medo de viver esta paixão...



sábado, 11 de abril de 2015

Histriônico



Em busca de atenção
Perco-me entre a realidade e a ficção
Sou um poeta a deriva
Que vive a sede de sua saliva

E nas curvas desta vida
Às vezes sou a chegada, outras a partida
Escondendo-me de suas verdades escondidas
Uma borboleta da família hespéridas

Mas nesta minha fabula real
Também vivo a luta entre o bem e o mal
Feito uma criança que não se cansa de brincar
Neste meu parque de diversão; que te convido a entrar... 

Por Saulo Prado

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Culpado




Me deu vontade de falar
Tudo o que os meu olhos já te disse
Não se importe se eu chorar
É que não perdoo os meus deslizes

Você não tem culpa de me amar
E se a este amor eu não dei valor
Chegou à hora; e eu vou pagar
Por todas as vezes que você chorou

Eu sei que em meu peito ira sangrar
Todo o mal que um dia eu te fiz
Mas eu juro; custe o que me custar
Eu  vou  viver para  te  fazer  feliz...

Seu ciúme



Noite e dia você briga
Não acredita em meu amor
Você jura que me ama
Mas me causa tanta dor

Eu não sei o que fazer
Para te provar o quanto te amo
Tô cansado de sofrer
E viver destes seus enganos

Se for para ser assim
Pode ir embora nesta hora
Eu nunca quis o fim
Mas opto por ele agora...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O Indesejável que desejei...




Projeção de um amor que não tive
Em uma paixão que sobrou só deslize
Mentiras que cultivaram o amor
Que se secou com o frio calor da dor

Invenções de um sentimento infantil
A inocência em sua forma mais pueril
Sedes saciadas na saliva de sua boca
Quando tirávamos a nossa roupa

O eterno que não durou para sempre
Mas teve algo que ficou neste seu ventre
O fruto de um amor que não sobreviveu
É agora a doce prisão que encarcerou você e eu... 

Minha contradição




Eu menti todo tempo para vocês
Do amor eu não sou freguês
Neste caso sou eu o vilão
Que brincou com outro coração

Mas mesmo assim não foi minha culpa
É que o vicio de amar às vezes se oculta
E fica escondido nestas palavras vazias
Em versos que são mais que fantasias

Mas todas as minhas mentiras foram sinceras
Somente a verdade que não era
Pois, já que dizem que o poeta é um fingidor
Nestes versos eu finjo que não dependo do amor... 

O passado ficou





Lágrimas que regam meu sonho
Resquício de um pesadelo medonho
O amor brotou novamente em mim
Provando que a recomeço depois do fim

Ela chegou com seus olhos meigos
E me mostrou que no amor eu sou leigo
E com carinho me despertou a paixão
Usando caricias, ternura e sedução

Hoje é ela que tem medo de me perder
Pois menospreza o tamanho do meu querer
Ela se confunde com a imensidão do meu  amor
Por não entender que sou escravo do medo da dor... 

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