sexta-feira, 8 de março de 2013

Titã em minha pequenez



Tanto de mim em poucas letras
Os sentimentos não aceitam as regras
Por isso sempre escrevo sem nenhum pudor
As minhas loucas aventuras no jogo do amor

Tanto de mim em tão poucos versos
A poesia germina em meus destroços
Por isso eu a uso como meu louco divã
 

Nesta minha escalada de pequeno titã

Tanto de mim em pouca prosa
Sou eu; revelado de forma perigosa
E sem me preocupar com a plateia e o seu estrídulo
Eu curto minha liberdade sem ter medo do ridículo...


 

2 comentários:

António Jesus Batalha disse...

Ao passar pela net encontrei o seu blog, estive a ler algumas coisas e posso dizer que é um blog fantástico,
com um bom conteúdo, dou-lhe os meus parabéns.
Se desejar faça uma vista ao Peregrino e sevo e deixe o seu comentário.
Sou António Batalha, do Peregrino E Servo.

Raimundo Cardoso disse...

gostei

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