sábado, 21 de janeiro de 2012

Efêmero


Tão só quanto esta solidão
Eu ouço calado o silêncio da canção
Tão triste quanto o significado da tristeza
Eu aprecio sem ver a sua doce beleza


Tão distante o quanto é a saudade
Eu desejo de ti a felicidade
Tão tocante como é a poesia
Eu sinto você nesta minha fantasia


Tão eterna como a chuva de verão
Foi assim que acabou a sua paixão
Tão  certo como é o final
Eu e você não somos mais um casal...


Saulo Prado

Um comentário:

Pedra do Sertão disse...

Isso é que ainda é estranho: o não ser! Só não se pode viver com a sombra de um passado!

Abraço,


Araceli

www.pedradosertao.blogspot.com

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