quinta-feira, 25 de março de 2010

Alma Ferida



Em minha sala com a solidão
A rotina não ocupa o meu coração
Penso nela e começo sofrer
Por um amor que eu não soube perder

Tanto tempo já se passou
Desde o dia que ela me abandonou
Mas a dor continua presente
E de minha vida eu continuo ausente

Nada mas me chama atenção
A não ser as feridas desta paixão
Sofro e choro por aquela mulher
Só de saber que ela não mais me quer

Tantas outras eu já namorei
Mas ela foi a única que eu amei
Não sei mais o que vou fazer
Como eu faço para ela esquecer

Já cansei de ser da saudade
Quero de volta a felicidade
Vou chora agora pela ultima vez
E arrancar de minha alma esta sordidez...



9 comentários:

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Meu Poeta!!

Quanta revolta e melancolia nesta beleza!

Só não concordo em designar de "sordidez "um amor tão doído,sofrido e com boas recordações!!!

Venho aqui me inspiro e revejo sentimentos já vividos mas vívidos sinda!

Um beijo com ternura!

Sonia Regina.

Elaine Barnes disse...

Colocar um ponto final em uma história mal resolvida dentro da gente é praticamente impossível. Eu sempre me pergunto o que fiz para o resultado ter sido esse,sei que 50% é meu, aí quando a resposta vem,resolvo e só assim consigo finalizar,colocar o ponto,senão...Não passa de uma vírgula. Obrigada pela visita e elogio amigo. É sempre gratificante receber tão espetacular poeta.Montão de bjs e abraços de força

Ma.chine disse...

Chorar pela última vez mesmo?
Pela última vez de hoje, vc quis dizer, não é?

chorar faz bem, e só se sofre qdo se é/foi feliz...


Força e sorte pra ti
Um forte abraço.
Ótima sexta feira

Júlio Castellain disse...

...
- Também quero...
...
Muito bom.
Abraço.
...

Júlio Castellain disse...

...
- Também quero...
...
Muito bom.
Abraço.
...

Sandra Botelho disse...

Quando a distancia separa dois amores, ela se torna infinita e machuca tanto que as vezes abandona o coração e escorre em forma de lagrimas pela face...
A solidão então se torna nossa companheira mais fiel.
Um sentimento de amor por menor que seja, nunca é sordido, mesmo quando não reciproco, ele é como flor do outono, aquelas que agente ve pendurada no galho da arvore, teimando em sobreviver...
É sem duvida linda e forte.
Se a solidão teima em nos acompanhar, façamos dela uma confidente, uma companheira que está sempre ali, e façamos de nós boas companhias para nós mesmos.
Umm dia brotará em sua alma uma flor de outono, que florescerá em todas as estações.
Lindo ,teu poema apesar de triste.
Bjos achocolatados poeta.

sarah disse...

"Tantas outras eu já namorei
Mas ela foi a única que eu amei"

muitas pessoas passam pelas nossas vidas, só temos que valorizar cada uma..
mas deixar de amar só com medo de se machucar é inevitável,
tem que ser romântico, intenso!

beijos"

Dica Cardoso disse...

A momentos que temos que dar um basta mesmo... mesmo que tão delicadamente e poeticamente!
Um "chega!" lírico!
Amei o lugar

*Maluh Mah* Marinha Luiza disse...

Eu perdi um amor mas ainda não engoli isto...
essas coisas são sempre tristes...

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