domingo, 26 de setembro de 2010

Ressaca


Depois de mais uma noite de badalação
Volto para casa e me deito com a solidão
Minha vida se resume na promiscuidade
De um homem que se alimenta da saudade

Toda a noite eu saio à mesma procura
De um novo olhar que me traga a cura
Cura para este amor que não vai embora
E todo este sentimento que me apavora

E nesta minha louca busca pela felicidade
Eu me perco na boca da irresponsabilidade
E com muitas mulheres, sempre diferentes
...Eu me anestesio deste amor doente...

Saulo Prado

6 comentários:

Lethéia disse...

é...de uma maneira ...eu ja vivi isso...talvez ainda viva...hummm beijo boa semana

Sandra Botelho disse...

Isso pode sim dar resultado, esquecer um amor nos braços de outra pessoa;
Bjos achocolatados

Jorge Manuel Brasil Mesquita disse...

Temos vida para gastar. Sofrendo ou não, o amor se gasta como a vida e morre, quando já não se pode morrer mais.
Jorge Manuel Brasil Mesquita
Lisboa, 27/09/2010

Insana disse...

Que triste poema.

bjs
Insana

Thelma Brait disse...

Opa! Gostei e estou seguindo! Me visite qdo puder e deixe uma pegadinha tbm!!

Bjs

Jou Jou Balangandã disse...

Poema nota 10!
Crtl c ctrl v, posso?

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