sexta-feira, 11 de junho de 2010

Bares de solidão


Sentado na mesa de um bar
A solidão me chamar para dançar
Afogando-me em um copo de cerveja
Junto comigo se embriaga a tristeza

Por todos os bares eu te procurei
E em cada novo copo eu te amei
Sua ausência é minha companhia
Neste meu mundo chamado boêmia

Pelas noites eu busco por você
E nem a ressaca me faz te esquecer
Mas eu prefiro beber com a saudade
Do que ficar sem você minha felicidade..

Saulo Prado
Aproveito para te convidar para conhecer meu novo Blog:  VITROLA E POESIA

11 comentários:

Poesias-Franciéle R.Machado disse...

Lindos versos, um mundo boêmio, assim vivenciando a solIdão, resta-lhe a solução de beber e esquecer qualquer saudade!

Bom Fim de semana!
Abraços.

*lua* disse...

Olá querido!
Obrigada por ter visitado meu cantinho!! estou te seguindo!

Num copo se encontra muitas coisas ... mas dentre elas nunca nos encontramos ... sempre bebemos outro para postergar a nós mesmos, preferindo enfrentar a dor da solidão do outro!!!

Um abraço e ótimo final de semana!

LHÚ WEISS disse...

Olá pseudopoeta!
Adorei Bares de solidão,afinal são nas mesas de bares que os amores e os fracassos se encontram! Assim é a vida!
Abraços
Lhú Weiss

Valvesta disse...

Procuras dentro de ti... lindo poema, e bom fimde semana.abraços

Valvesta disse...

Procuras dentro de ti... lindo poema, e bom fimde semana.abraços

Wanderley Elian Lima disse...

Afogar a solidão na mesa do bar. Já fiz muito isso. No dia seguinte a solidão estava me esperando ao lado da cama.
Abração

Meu olhar caleidoscópio disse...

Nossa, que lindo Saulo! Tão lindo quanto seus poemas e poesias é esse dizer.....
estou aqui deixando meu rastro, para que vc possa seguir meus passos e me descobrir também.

jorge manuel brasil mesquita disse...

Sentado na cadeira do feno
entre o tempo que não passa
e o botão descaído
da flor que não abristes,
estou preso à dor
que a resistência da cor
não lava quem desmaia
no prado do silêncio.
Memórias,
memórias que tardam
memórias que encerram
as pestanas do tempo.
Jorge Manuel Brasil Mesquita
Escrito e postado na Biblioteca Nacional, em 12/06/2010 às 13H31
etpluribusepitaphius.blogspot.com

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Meu Poeta!

O mundo da boemia me parece ser um dos mais solitários e angustiantes, tanto para quem o frequenta como para quem espera por esta pessoa...

Apesar da solidão dolorida a beleza aqui é presença constante!

Meu carinho!

Sonia Regina.

Insana disse...

Obrigada por deixar aqui tais palavras ....

bjs
Insana

Fernanda Muller disse...

Parabéns pelos belos versos que escreves...eu fico honrada em ter um seguidor deste nível no meu singelo blog. Bem vindo!

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