domingo, 28 de junho de 2009

AMÉLIA

Procuro alguém

Alguém que não queira mudar o que sou

E que esteja disposta a viver um grande amor

Uma moça como de antigamente

Não quero uma mulher independente


E muito menos uma menina carente

Quero uma mulher que saiba ser mulher

Dosando sedução, romantismo e paixão

Quero-a de baixo das minhas asas

A verdadeira dona de nossa casa


Uma mulher para eu obedecer

Sem chicote e voz de comando

Uma mulher que deixa; eu pensar que mando

Mas que esteja sempre me comandando...



Saulo Prado


Ira! - Girassol

sábado, 27 de junho de 2009

Para você

Com estas palavras que vem surgindo na tela

Espero te tocar; minha bela

Elas brotaram em meu coração

Percorrendo todo meu corpo em sua direção


Palavras de meu pequeno vocabulário

Que uso como o meu itinerário

Faço delas minha aquarela

Matizes do nosso amor expostas na tela


Ainda não sei se você vai ler

As palavras rimadas para você

Mas mesmo assim as escrevo

Com uma única intenção

Que elas sejam provas

Da minha devoção...

sábado, 20 de junho de 2009

Resquício

Quando o silencio domina
O barulho da solidão me alucina
Faço da noite uma eternidade fugaz
Esperando o sol aporta no meu cais

Ao amanhecer, junto com o cinza da cidade
Faço da rotina, o meu grito de liberdade
Entregando-me ao trabalho consigo esquecer
Das noites orquestradas, pela tristeza de não ter você

Eu sei! Que nem sempre vai ser assim
Um dia deixarei parti; este amor que guardo em mim
Mas por enquanto, resta-me conformar
Com a dor e a angustia de um amor que não quer me amar...

Saulo Prado

domingo, 14 de junho de 2009

Latência

O pior já passou

Sobrevivi o temporal

Agora vem a bonança

E um mundo cheio de esperança


Sou o ultimo sobrevivente

De um amor doente

Livre, e ao mesmo tempo preso

Aos meus princípios


Fiz do final a ressurreição

Para o meu sofrido coração

Cantando no coro dos contentes

Sigo em frente,

Com os meus sentimentos latentes...




Saulo Prado

O Sol - Jota Quest



quinta-feira, 11 de junho de 2009

Desilusão

Você se perdeu de mim

Quando eu te encontrei

Entrou na contra mão

Do amor que te dei


Resolveu se vingar

Do quanto eu errei

Sem levar em conta

Seus erros, que eu perdoei


Não é fácil aceitar!

Um amor que foi grande

Em saudade se transformar;

Mas lavo as mãos


E deixo meu coração à mercê

De uma nova paixão

Ou quem sabe!

De uma nova ilusão...


terça-feira, 9 de junho de 2009

Volúpia

Quero um instante de nós dois

Algo que não possa ficar para depois

Um sorriso seu, todo tímido

Um beijo sacana, com gosto de cama

Um toque com olhar, me mandado te amar


Neste instante, quero sentir o sabor da eternidade

E fazer do nosso amor uma insanidade

Dançar com você sobre o som da paixão

Rimando desejo com emoção

Em nosso bolero do coração


E quando a noite cansar de nos dois

Brindaremos o sol com um beijo sem graça

Provando que a lua é a dona de nossa arruaça...




Saulo Prado

Cassia Eller - 1º de Julho

domingo, 7 de junho de 2009

Erro de calculo


Um dia eu disse a você
Que o céu era o limite
E que para nós dois
Só existia o numero dois
Meu calculo falhou
E o sonho acabou

Somos agora impar
Embora o desejo ainda seja par
Mas o amor
É uma matemática não exata
Aonde dois pode ser um
Quando a paixão não se divide

Agora não sei o que dizer
Com os olhos cheios d’água
Deixo o tempo falar por nós
Embora o instante seja meu unico algoz...

Saulo Prado

quinta-feira, 4 de junho de 2009

De novo para o novo!

A um novo sonho para construir

Outro horizonte que não conheci

Um mundo que pode ser menos denso

No qual andar descalço, é algo intenso


Sentir o sabor de ser livre,

Sem culpa, sem medo

Construindo o que foi destruído

Por descuido ou por falta de equilíbrio


È assim o poder de recomeçar

Abanar a poeira, e começar a caminhar

Vivendo a vida como aprendiz

E sabendo que amar, é viver por um triz....



Saulo Prado

PS: Titulo tirado de um comentário do blog Cris animal!
Lulu Santos - A Cura



segunda-feira, 1 de junho de 2009

Direção oposta

Lutei por ti

Enfrentei de frente o orgulho

Derrotei os meus vícios

Tudo em nome deste amor


Você foi minha causa perdida

Minha guerra sucumbida

Minha flor de Hiroxima

O doce sabor de Oasis

No meio do deserto


Mas como o tempo corrói

Até o que a de bonito

Entre nos só restaram os atritos

E um guerreiro no chão

Derrotado pela dor da desilusão...




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