terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Minha mascara



Às vezes no silêncio eu me encontro
Aí me pergunto. Até quando?
Até quando serei covarde?
Escondendo-me neste meu mundo de saudade

Vivo aprisionado nesta paixão
Fazendo de sua ausência minha mórbida solidão
Escrevendo meu mundo particular
Aonde a única lei é amar
Sem ter medo de se entregar

Pena! Que este meu mundo seja só fantasia
E a realidade nada mais é do que minha vida vazia
Vivendo este amor que não existe
Eu sofro e choro com minhas tristes cicatrizes

Mas eu ainda tenho esperança
Acreditando em um novo tempo de bonança
Aonde você seja feliz. Encontrando o amor que sempre quis
E que eu também possa beija a felicidade
Destruindo de uma vez, meu mundo chamado infelicidade...


Saulo Prado

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sentimento Sutil





Existe algo dentro de mim
Tão grande, que não tem fim
Um sentimento tão latente
Que faz do amor eu ser dependente

Sou um sopro perdido no ar
E o desejo louco de se entregar
E em cada palavra que escrevo
Tento usar este sentimento como enredo

Sem nenhuma grande pretensão;
Só com a sutileza, de quem busca um coração
Um coração que comungue com o meu
E tire de uma vez do meu dicionário, a palavra adeus...


Saulo Prado

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Meu Presente é Você...




Eu não tenho muito que dizer!
Neste momento sou só eu, sem você
Amor que ainda não conheci
Desejo que faz parte de mim

A solidão tem sido minha companheira, nesta espera
Vivo no inverno sonhado com a primavera
O Natal outra vez chegou
E eu continuo sem você meu grande amor

Mas sei que você também esta á minha procura
Acreditando na vida a dois, como nossa aventura
Quem sabe no ano que vem a gente se encontre
E ai sim!
Daremos vida a este nosso utópico romance...


Saulo Prado


PS: O titulo deste poste é o mesmo que o titulo de uma musica do Bruno e Marrone, por sinal  linda musica..

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

cru...




Procuro uma certeza
E a única certeza que tenho, é o que não quero
Gosto de me fantasiar de poesias
E viver nos versos minha boêmia

Sou um coração vivendo o insólito mundo da razão
Quero uma paz que não existe
Mas em minha loucura consiste
O desejo constante, de ter a felicidade como amante

Hoje eu me assumo como poeta
Não por que escrevo coisas bonitas
Mas sim por me alimentar
Da beleza insólita da força da vida...


Saulo Prado

Retrato da carência




Um dia escrevo sobre solidão
No outro sobre uma eterna paixão
Confusos são meus sentimentos
Mas eu estou só neste momento
                 
È véspera de natal, e o ano ta acabando
E eu continuo; sem nenhum novo plano
Aqui inventando aventuras para minha mente
Trancado neste meu mundo de homem carente

Tentando compor uma nova trajetória
Onde o amor faça parte de minha historia
Escrevo coisas do meu solitário coração
Rimando a solidão, com o gosto cítrico da emoção...


Saulo Prado

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Minha Metade



Ela passeia em meus pensamentos
E transforma em eterno, pequenos momentos
Ela é, foi, e sempre será, minha sede de vida
O gosto cítrico da despedida, antes da partida

Ela é a lua em noite de escuridão
Refletindo prateada a nossa paixão
Ela completa o que falta em mim
E é o gosto ardente, do desejo sem fim

Por ela eu vou a pé até no céu
Terminando a escada da torre de babel
Com ela o inferno se torna sereno
E meu mundo sem ela?
Com certeza é muito pequeno....


Saulo Prado

sábado, 19 de dezembro de 2009

Bailarinas de alma


Busco nas palavras a explicação
Para este meu confuso coração
Escrevo ao vento os meus desejos
E assim vou triturando os meus medos

Não é fácil transmitir sentimentos
Mas este é meu melhor passatempo
Gosto de distribuir esta doce emoção
Por isso dou voz ao meu bandido coração

Às vezes ele fala de mais
E revela segredos que ficou para trás
E assim você vai me conhecendo
E eu? Com minhas confissões vou me entretendo

Mas a escrita faz parte de mim
Pois, sou um homem, que escreve assim
Com os olhos cheios de lágrimas
Nascem palavras, que dançam em minha alma... 


Saulo Prado


Ps: A imagem deste poste, foi um trabalho desenvolvido por minha doce amiga Karla, do Blog Borboleta Azul, no qual ela  fez a montagem com uma de minha poesias. Estou postando a imagem em forma de agradecimento por ela ter usado meus versos em seu lindo Blog!
Visitem o Blog Borboleta Azul: www.borboleta-azul-azul.blogspot.com 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Disritmia




A chuva cai lentamente
Enquanto você molha minha mente
Lagrimas que vem do coração
Ao sórdido galope da solidão

A sede que sinto de seus beijos
É apenas castigo de meus desejos
Busco seu olhar em meu reflexo
E me perco neste meu mundo sem nexo

Aquela voz que não escuto
O soluço de seu choro oculto
Tudo de você faz falta em mim
Pois você é meu começo, meu meio e meu fim...


Saulo Prado

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Posologia Da Poesia



A poesia é uma muda que fala
É a visão que enxerga a cegueira.
A sua cede de uma boca inundada
O doce e intenso jogo das palavras

Poesia só é feita por quem não tem medo
De ser ridículo e de contar seus segredos
Normalmente ela sempre nasce no coração
Expurgando do desejo a fome de desilusão

Quem sabe um dia eu consiga ser poeta
Escrevendo coisa da vida que me afeta,
Não irei me prender em nenhum estilo
Só quero nos versos encontrar meu verdadeiro sentido...

Saulo Prado


domingo, 13 de dezembro de 2009

Feito para quem ler



Sozinho em minha casa, começo a escrever
Versos feitos para mim e para você
Você que neste momento é meu singelo leitor
E sabe que viver, é pulsar, e desejar o amor

Quero te tocar, com minhas humildes palavras
Usando seu coração como minha nova morada
Quero ser molhado pelas gotas de suas lagrimas
Te lembrado das estrelas que enfeita a madrugada

Quero de você apenas suas melhores recordações
Do tempo em que empinava pipas, sonhado com balões
E quando se lembrar do tempo que brincava na enxurrada
Saberei que estou no caminho certo, da grande estrada

Estrada que liga, meu coração ao seu
Lembrando-nos que somos todos, filhos de Deus
E assim quando estiver acabando meu vocabulário
Deixarei sua imaginação, ser nosso novo itinerário...


Saulo Prado

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Cafona é a solidão




Estou cansado de escrever sobre solidão
Mas são só estas palavras que saem das minhas mãos
E elas vêm direto do meu repetitivo coração
E revelam este meu mundo chamado decepção

Eu que sempre fui piegas por sonhar com amor
Hoje sou obrigado a viver a mercê desta dor
Eu sei que sou um homem digno de pena
Mas só escrevendo esqueço um pouco o meu problema

Eu queria neste momento poder chorar
E botar pra fora todo este desejo de amar
Mas o choro se perdeu na falta de sentimentos
Por isso basta me contentar com estes momentos

Momentos em que escrevo sobre a paixão
Mesmo o tema sendo minha sórdida solidão
Quem sabe minhas palavras possam tocar alguém
Que esteja em busca da verdadeira felicidade, também...

Saulo Prado

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Solilóquio



Às vezes uso as palavras como meu teatro
E busco viver nelas outros atos
Papeis que ainda não experimentei
Amores que simplesmente inventei

Faço isso para regar meus sentimentos
É muito mais que um simples passatempo
O jeito que eu encontrei de viver uma paixão
Mesmo estando casado com a solidão

E assim eu construo o meu monólogo
Um jeito narcisista de dizer até logo
A estas constantes dores do coração
Que se curam com o veneno da minha imaginação...


Saulo Prado

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fim de tarde




Sentado em minha sala fria, no entardece do dia
Começo aos poucos, me encher de solidão
Lembrando da casa vazia, e do meu sórdido colchão
Antes de ir para casa, percorro a cidade em meu carro
Em busca de um olhar que me faça mudar o itinerário

Aos poucos as luzes da cidade começam a acender
E junto delas a amarga falta que sinto de você
Já se passou quase um ano de nossa separação
E eu não entendo? Por que ainda, não abandonou meu coração

A noite chega em fim. Ao galope da tristeza
E nas estrelas encontro, resquícios de sua beleza
Ante de dormir faço um pedido em oração
Rogo a Deus; que me desperte para uma nova e eterna paixão... 

Saulo Prado


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lúcido veneno



Em todos os versos que escrevo
Revelo um pouco de meus segredos
Sentimentos quase sempre guardados
Neste coração sempre atribulado

Revelo mentiras, com o veneno da verdade
Desejos regados, com o suor da saudade
Escrevo em hebraico, para que seja bem legível
A mente de um homem, que não quer ser incorrigível

Gosto muito, de palavras com duplo sentido
Pois, nelas eu encontro, o que havia se perdido
E se você não entendeu nada, não se preocupe comigo
Sou só um louco, que gosta de fazer dos versos, seu lúdico abrigo...

Saulo Prado

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Triste



O fim de ano se aproxima
E eu continuo neste clima
Bailando com a solidão
Eu, e meu solitário coração

Minha tristeza é persistente
E domina este homem carente
Luto contra dragões invisíveis
Em busca de um amor indizível

Mas o meu rosto às vezes assusta
Pois, a dor, já virou carapuça
Eu sei que só me resta esperar
Por alguém que queira comigo sonhar...


Saulo Prado

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sintonia



Em seus olhos me sinto profundo
E é em seus braços, que nasce o nosso mundo
Sou a metade inteira do seu ser
Por isso me contento em querer te ter

Nosso romance parece eterno
E é sempre regado, com o que a de mais belo
Eu sinto quando sua feminilidade desperta
E você vem a mim como se fosse uma oferta

Seu desejo se completa com o meu
E nosso amor parece uma melodia de Orfeu
Somos símbolos fieis de uma pura união
Aonde o sacerdócio, seguiu apenas os dogmas do coração...


Saulo Prado

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