quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Retrato da carência




Um dia escrevo sobre solidão
No outro sobre uma eterna paixão
Confusos são meus sentimentos
Mas eu estou só neste momento
                 
È véspera de natal, e o ano ta acabando
E eu continuo; sem nenhum novo plano
Aqui inventando aventuras para minha mente
Trancado neste meu mundo de homem carente

Tentando compor uma nova trajetória
Onde o amor faça parte de minha historia
Escrevo coisas do meu solitário coração
Rimando a solidão, com o gosto cítrico da emoção...


Saulo Prado

9 comentários:

Nice Lima disse...

Oi Saulo,
Gosto muito de suas poesias.Neste poema você está triste,lamento pela carência e mais ainda pela falta de planos.Eu acho que planos são fundamentais pra continuar a vida.

Você disse que muitos dos seus textos são fictícios,estou torcendo pra que este seja também.

Beijos,Feliz Natal!

Sandra Botelho disse...

Sei que são ficticios seus poemas,
mas mesmo assim não me impedem de sentir-te triste.
Você é um artista da escrita, consegue escrever o que não sente, ou talvez sobre o que sente finge mentir
Acabo fazendo aqui um plagio
Que me desculpe o dono do titulo
mas passo a chama-lo: Saulo prado o "Poeta da Dor" que como ninguem sabe desenhar em palavras as dores da alma.Bjos no coração. Lindos dias e lindas noites.

Sandra Botelho disse...

Sei que são ficticios seus poemas,
mas mesmo assim não me impedem de sentir-te triste.
Você é um artista da escrita, consegue escrever o que não sente, ou talvez sobre o que sente finge mentir
Acabo fazendo aqui um plagio
Que me desculpe o dono do titulo
mas passo a chama-lo: Saulo prado o "Poeta da Dor" que como ninguem sabe desenhar em palavras as dores da alma.Bjos no coração. Lindos dias e lindas noites.

Elaine Barnes disse...

Seus sentimentos não são confusos.As paixões que não vivemos são solitárias, pois, tvz sejam fictícias as musas que desenham seus belíssimos poemas.Paixão não vivida é solidão,o vejo muito como um trovador que fazia e cantava para a mulher amada que nunca iria ter.Quem sabe não coloque essa musa dentro da realidade e possa viver um grande amor de verdade né?!Adorei o poema meu doce amigo. Feliz Natal com paz,AMOR,saúde e muita união junto da sua filhinha e família

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Olá,Saulo,o Poeta!!!!

Você e Fernando Pessoa conseguem,como ninguém, falar do que sentem,do que não sentem e a gente fica em dúvida se são "fingidores" ou não!!

Perfeitos seus versos eu sei que o são!!!

Aproveito para me desculpar pelo que julguei ser uma homenagem:só desejei exibir o seu talento e o meu orgulho em receber comentários tão poéticos!

Se não fui compreendida me perdoe!!!

Um Feliz Natal e um Ano Novo pleno de inspiração!

Todo o meu carinho!

Sonia Regina.

Jéssica Amorim disse...

Huuum pulando de blog em blog cheguei aqui... gostei, incrível este texto que quebra as regras do Natal/Ano-Novo de todooos-os-anos-sempre-iguais.

Beijos.

ursinha disse...

Vim trazer meus votos de Natal
beijos e paz para hj e sempre..
que o ano que entre seja completamente realizador
Bjs de mel com canela
ursinha

Fátima disse...

Eu adorei, e também a ilustração.
Acredito que imbuidos reciclagem, todos estamos um pouco assim nessa época do ano então Saulo, quero pedir se me permite postar lá no nosso blog seu texto com a mesma ilustração,dando os devidos créditos é claro.
Aguardo.
Abraço.

Fátima disse...

Desculpe as falhas, aconteceu imprevisto.
Quis dizer que estamos todos meio carentes, meio inseguros, mais sensíveis em função do próprio clima de final de ano onde reciclamos, nos propomos, enfim....
Obrigada.
Abraço.

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