segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Saco de feijão


Neste segundo antes daquela hora
Você me flertou em mente
seduziu-me
e me mastigou por inteiro

Deitei-me calado ao chão
Sendo o seu tapete, de saco de feijão
beijei seus pés
sendo submisso sem objeção

Mais foi quando o tempo parou
Que berrei ao mundo

Minha dor de amor...


Saulo Prado


3 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Um belo poema com excelentes imagens poéticas.
Gostei caro amigo, a sua poesia é muito original.
Abraço.

Luis Bento disse...

Gostei da originalidade do seu espaço, da mensagem poética..é para seguir..

Camila Caringe disse...

... Daí que tudo
Teve de voltar a girar
Não necessariamente
No mesmo compasso.
Mas o mundo prosseguiu sua dança
E eu
A dançar.

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