terça-feira, 4 de março de 2014

Filho prodigo





Estou de volta ao “Meu Mundo Quadrado”

Deixo  de  lado  este nosso  mundo limitado

Quero  de  volta  a  liberdade  das  palavras

E nas rimas e versos reconstruir a minha estrada



Sou poeta que não sabe se tem espiração

Faço versos de verdades do meu coração

Aqui  me  liberto de toda esta ansiedade

Que é viver os traumas de uma sociedade



Por  algum  tempo;  daqui  vivi distante

Como um homem que abandonou a amante

Mas hoje eu sei que a felicidade depende da paixão

Por isso eu volto a escrever em meu  mundo  de  ilusão...



Um comentário:

Pedra do Sertão disse...

Poema perfeito para a quarta-feira de cinzas que se aproxima!

Abraço,

Araceli

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