terça-feira, 25 de setembro de 2012

Medo de viver


Em nosso jeito desconexo de ser
Aprendemos a nos esconder
Esconder da vida que nos faz feliz
E optamos pela vida que deixa cicatriz

E assim vivemos esta nossa eterna busca
Presos a uma insignificante conduta
Porque é mais fácil seguirmos o dito normal
Do que aceitar a nossa loucura surreal

E como se fossemos marionetes
Aceitamos calados estes nossos esquetes
Sobrevivendo de nossas falta de vida
Esperamos a morte como se fosse à partida...


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Destroços que restam





Ouço a sua voz tão distante
As coisas não são mais como antes
O seu olhar perdeu o brilho
Enquanto minha vida sai do trilho

Sinto você se afastar
Parece que tem medo de me amar
Desculpe-me; se um dia te fiz sofrer
É que eu me perdi em meu querer

Não sei como será o futuro
Só sei que já me sinto inseguro
É o medo de te perde que me deixa assim
Por saber que só existe a solidão depois do fim...

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Trilha sonora

Busco sentido em uma nova palavra
Quero outro caminho na mesma estrada
Pedaços que um dia me fizeram inteiro
Hoje nada mais são do que outros janeiros

Como posso ser feliz dançando com a solidão

Parece um castigo este tango de desilusão
Eu nada mais quero; que querer novamente

E apagar este mísero amor que ficou em minha mente

E assim vou desenhando esta minha escrita

Relatos de um homem que quer voltar para a pista
Mas que se acostumou a ficar no canto do salão
Na espera de tocar novamente; a nossa antiga canção...

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