domingo, 27 de fevereiro de 2011

Cordéis invisíveis


No descompasso de minha existência
Existe vida em minha carência
Vontade, desejo, medo e amor
Na ousadia de viver dançando com a dor

Todos os caminhos que percorri
Algo de novo eu sempre aprendi
Por exemplo, que para ser feliz
Não é necessário viver por um triz

Porque a vida não é tão pequena
Basta saber representar bem a cena
Cena deste nosso  teatro de marionetes
Onde somos os autores e também os intérpretes...

Saulo Prado

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Decisão


Não eu não quero mais falar deste seu amor
Tanta angustia tanto medo trouxe esta dor
E agora você vem-me dizer que vai embora
Se ficar sem você é tudo o que mais me apavora

Não eu não vou implorar  para  você  ficar
Nem tão pouco pedir para voltar me amar
Se for assim que você quer, tudo bem pode ir
Eu não sei como, mais  vou viver   sem  ti

Não eu não vou chorar por você mais uma vez
Seu amor foi bom, mas tudo que a gente fez
Se tiver que acabar que seja agora o meu fim
E de toda esta dor que ainda trago dentro de mim...

Saulo Prado

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ou me assume ou vá embora...


Tento  te  entender  mais  não  consigo
Você foge de mim e a noite quer abrigo
Diz para seus amigos que me  esqueceu
Mas seus olhos me dizem que sou só seu

Você quer sua liberdade, mas me aprisiona
Eu te amo;  mas  você  não  é  minha  dona
Não  estou  disposto a este seus  caprichos
Cansei de fugir dos meus sólidos princípios

Ou  você  assume  de  vez  a nossa relação
Ou  me  deixa  livre  para  uma nova paixão
Porque  eu  prefiro  mil  vezes  ficar  sozinho
Do que ser escravo dos seus desejos mesquinho...

Saulo Prado

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Seu silêncio...


Seu silêncio grita comigo
Ele faz de sua presença um castigo
Seus olhos se escondem dos meus
Provando que a próxima palavra é adeus

Eu não tenho medo da solidão
Mas me apavora, ficar fora de seu coração
Não irei te impedir de partir
Só quero que saiba que irei ficar aqui

Esperando que um dia você mude de idéia
Mas até lá, a tristeza será a minha platéia
E a sua ausência será o meu teatro
Em um monologo a espera do próximo ato...

Saulo Prado

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Teatro de ideologias


Sendo o que não quero ser
Aprendendo a desaprender
Sigo  esta  vida   de   ilusão
Onde  o  amor  é   ficção

Em um roteiro escrito por mim
O  qual  ainda   não  sei  o  fim
Me divido entre mocinho e vilão
Seguindo delírios do meu coração

E é nessa minha peça da vida real
Onde eu não  sei  o  que  é  virtual
Que eu me alimento de desejos medonhos
Desejos que não sacia os meus velhos sonhos...

Saulo Prado

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Meu motivo

Sabe aquela vontade que a gente tem
Aquele   desejo  de  ter  alguém
Alguém  que  diga  que  te  ama
Não só mais uma querendo cama

Sabe aquele sentimento escondido
Você finge que é forte, mas quer abrigo
É assim que eu estou me sentindo
Um homem com  a alma de menino

Sabe aquela noite que você chora
Em  que  a  solidão  te  apavora
Você tenta fugi sem saber para onde
Por não saber em que local o amor se esconde

Sabe quando você se torna amigo da tristeza
E  não  se  sacia  mais   com  a  beleza
E  procura  muito  mais,  em  uma  mulher;
É assim o homem quando descobre, o que realmente quer...

Saulo Prado

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quer casar comigo?


Minha liberdade me aprisiona
Minha vida necessita de uma dona
Um amor para fazer um cafuné
Acordar com um beijo antes do café

Eu não nasci para viver sozinho
Como um pássaro, quero voltar pro ninho
Eu estou em busca de minha alma gêmea
Um homem se completa com a sua fêmea

Não quero mais esta vida de solteiro
Mas também não vou entra para um mosteiro
Eu estou em busca é de um casamento
Uma mulher que me faça fazer um juramento...

Saulo Prado

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