domingo, 19 de junho de 2011

Desistindo de existir

Joguei todas as palavras fora
Não as usarei para relatar o que me apavora
Agora só minhas lágrimas falarão por mim
Sobre a angustia que é, esperar deste amor o fim

Junto das palavras os versos também foram para o lixo
Os poetas têm a mania de usar a solidão como capricho
Não posso me entregar a esta aventura que é escrever
Se em  cada novo tema, o amor me trás de volta você

Acredito que no papel em branco não exista a paixão
Este veneno doce que eu bebi em seu coração
Por isso eu calo agora as minhas poesias
Não quero mais esta realidade em minhas fantasias...

Saulo Prado

7 comentários:

Marcia disse...

Tem alma em cada verso,sempre lindos! um bom começo de semana!!

OceanoAzul.Sonhos disse...

Mas é na poesia, nas palavras, que muitas vezes escrevemos nossas angustias, é a elas que confidenciamos nosso sentir.
Boa semana, cheia de poemas.
um abraço
oa.s

Artes e escritas disse...

Mas volte a escrever e deixe o amor de lado até que você faça as pazes consigo mesmo e com o seu coração. Um abraço, Yayá.

Sandra Botelho disse...

Sem a poesia o poeta morre...
Sem o poeta o mundo se faz escuridão.
E nessa escuridão de poesia
A vida se torna futil, triste e vazia.
Não deixe de escrever sua paixão
São nas suas letras que acalentamos nosso coração.

Linda semana poeta.
Beijos achocolatados

Natalia Campos disse...

Tão profundo, tão bonito. tão intenso. Não deixe de escrever. A vida te dá palavras, meu querido! Au revoir.

Paula Moraes disse...

Oi Saulo, Tenho dois selinhos pra você...Pode passar lá no meu blog no link selos e carinhos e pegar os seus. Parabéns!
Bjs

The faceless writer disse...

Adorei! Uma escrita com muito sentir :) Invejo o teu jeito de poesia. Convido te para visitares o meu blog.

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